SEJAM BEM VINDOS!

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sexta-feira, 29 de outubro de 2010

O PODER DO SUBCONSCIENTE*

O subconsciente

Poder controlador

O poder da mente

Determina

E ensina;

Revela segredos

Dominadores, mas sem medos

Obtendo resultados.

Subconsciência poderosa

Um guia libertador,

Benéfico, vencedor

Controlador,

O método afirmador.

Na mente consciente

Sente

Como utilizar

Inúmeros melhoramentos

E ensinamentos

Nas transformações prestigiadas

Trazendo auto-ajuda

E tornando realidade,

O mundo imaginário.

***Ana Maria Gonçalves***

(Imagem da internet)


quarta-feira, 20 de outubro de 2010

MINHA HOMENAGEM AOS POETAS BRASILEIROS!




Poeta, hoje é o teu dia.

Venho hoje, no lugar das Musas, dar-te  o meu abraço de gratidão!
Poeta, tu tens a varinha mágica que, ao tocar as palavras, transforma-as
em puro encantamento e ilusão...
Com a maestria dos grandes inspirados, arquitetas versos encantados,
temperados com  amor e sentimento, nos proporcionando momentos de
magia.

Segue uma linda definição sobre o poeta pelo grandioso Fernando Pessoa:

“O poeta é um fingidor 
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.
E os que lêem o que escreve 
Na dor lida sentem bem 
Não as duas que ele teve 
Mas só as que ele não têm 
E assim nas calhas de roda
 Gira, a entreter a razão 
Esse comboio de corda 
Que se chama coração”. 

(Fernando Pessoa)


Beijos poéticos e um
abraço bem literário!



terça-feira, 19 de outubro de 2010

PERMITA-ME, por Jonas Sanches



Permita-me dizer
Que o amor vem como ondas
A acariciar a orla
Colorindo meu viver

Permita-me dizer
Que o sol brilha para todos
Pra você, pra mim e para os pássaros
Nos preenchendo com seus raios púrpura

Permita-me dizer
Dizer que te amo
Falar palavras doces
Sussurrando ao pé do ouvido

Permita-me dizer
Que a lua olha por nós
Com seu brilho de cristal
Enlaçando-nos em sua luz

Permita-me dizer 
Que minha alma é de poeta
Expressão do meu querer
Vivo nas palavras concretas

Permita-me calar
Contemplar a sua beleza
Sua luz, sua natureza
Permita-me te amar

Jonas Rogerio Sanches

Obrigada amigo por permitir a
postagem do seu lindo poema!
Beijos carinhosos!






sexta-feira, 15 de outubro de 2010

E o aluno chorou...Ógui Lourenço Mauri



Primeira professora, quanta saudade!
Eu menino, aluno do curso primário...
Dela, tudo pra mim era um relicário;
Encantava-me ver a facilidade
Com que ela ensinava à classe o abecedário
E vibrava com nosso convívio diário...
Conversar com ela era a felicidade!

Aluno deslumbrado, na tenra infância,
Tinha Dona Magali no coração.
Por ela, fiz da escola uma obrigação,
Via nos seus gestos a força da elegância:
Sem dizer nada, dava-me educação,
Preparava-me pra ser um cidadão...
Com aulas de civismo, em sua exuberância!

A vida correu muito e o tempo passou...
Dona Magali, lembrança de alegria,
Que esteve em meu coração-menino um dia;
Paixão descabida que ela nem notou...
Num sábado, vi que o carteiro trazia
Para meus pais mensagem daquela "tia".
Convite, casamento... O aluno chorou...

Ógui Lourenço Mauri
Catanduva - SP 
20.09.2008 

Palavras do Coração 
Ógui L. Mauri 
http://ogui.mauri.zip.net/



MEUS CUMPRIMENTO AOS
PROFESSORES PELO DIA
DE HOJE!



quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Grito Calado


Este poema que vou postar é da amiga Anna Karenina,
da Bahia. Ela é membro do Mural dos Escritores.
Obrigada Anna por ter liberado a publicação deste
"Grito Calado", que não é só seu, esteja certa...


Não quero
Que hoje volte
Referência há esse dia
Hoje me senti ansiosa
A beira da tirania

Sai dos termos
Da minha própria cidade
Hoje me deixei invadir
Por loucuras e vaidades

Por um estranho espírito
Ao qual nunca sobrevivi
Temores na minha vida
Medo da estultícia

Hoje sai do normal
Envolvi-me com, má noticia
Com a guerra de dois mundos
Intolerância e Política

Minha rotina foi quebrada
E de todas as vaidades
Falei de falsas conquistas

Não quero ser mais um ser
A gritar o sofrimento
Que indigna nossa nação
E a Deus eu peço perdão

Nossas vozes estão roucas
Do grito da decepção

Desse poço
Onde as vozes
Unem-se a contradição

Tempos de ousadia
Hoje meu tempo foi mudado
Deixarei a meio tom
Meu triste grito calado

Num mar onde minha bandeira
Navega...Sem trégua
Um navio afundado

Anna k



Uma ótima tarde a todos!





quarta-feira, 13 de outubro de 2010

ALMA SONHADORA ( Anne Lieri)


Tenho a alma sonhadora
Viajo na imensidão!
Da poesia sou pastora,
O verso é meu guardião!

Vivo em introspecção,
Numa eterna incubadora!
Tenho a alma sonhadora
Viajo na imensidão!

Escondo a fada encantada,
Todo meu ser é emoção,
Em sonhos aprisionada
Dentro do meu coração
Tenho a alma sonhadora...

( Anne Lieri)





terça-feira, 12 de outubro de 2010

A Criança Que Existe Em Mim...




A criança que existe em mim...
*Sorri inocentemente ao fitar seus olhos.
A criança que existe em mim...
*Corre livre e solta sem medo de ser feliz;
A criança que existe em mim...
*Abraça e te beija sem hipocisia.
A criança que existe em mim...
*Não finge gostar de alguém, ela simplesmente gosta.
A criança que existe em mim...
*Faz do seu momento o mais feliz, o mais saudável.
A criança que existe em mim...
*Abre o teu sorriso que surge espontaneamente.
A criança que existe em mim...
*Ergue as mãoszinhas ao céu e pede à Deus
Que essa criança que existe em você nunca morra,
Mas que viva eternamente.


Melris Caldeira
Publicado no Recanto das Letras em 11/10/2010 



TODO O MEU CARINHO E 
TODO O MEU AMOR PARA 
AS CRIANÇAS QUE HOJE
COMEMORAM O SEU DIA!



terça-feira, 5 de outubro de 2010

AOS QUE VIRÃO DEPOIS DE NÓS


Aos que virão depois de nós

I
Eu vivo em tempos sombrios.
Uma linguagem sem malícia é sinal de
estupidez,
uma testa sem rugas é sinal de indiferença.
Aquele que ainda ri é porque ainda não
recebeu a terrível notícia.
Que tempos são esses, quando
falar sobre flores é quase um crime.
Pois significa silenciar sobre tanta injustiça?
Aquele que cruza tranqüilamente a rua
já está então inacessível aos amigos
que se encontram necessitados?
É verdade: eu ainda ganho o bastante para viver.
Mas acreditem: é por acaso. Nado do que eu faço
Dá-me o direito de comer quando eu tenho fome.
Por acaso estou sendo poupado.
(Se a minha sorte me deixa estou perdido!)
Dizem-me: come e bebe!
Fica feliz por teres o que tens!
Mas como é que posso comer e beber,
se a comida que eu como, eu tiro de quem tem fome?
se o copo de água que eu bebo, faz falta a
quem tem sede?
Mas apesar disso, eu continuo comendo e bebendo.

Eu queria ser um sábio.
Nos livros antigos está escrito o que é a sabedoria:
Manter-se afastado dos problemas do mundo
e sem medo passar o tempo que se tem para
viver na terra;
Seguir seu caminho sem violência,
pagar o mal com o bem,
não satisfazer os desejos, mas esquecê-los.
Sabedoria é isso!
Mas eu não consigo agir assim.
É verdade, eu vivo em tempos sombrios!
II
Eu vim para a cidade no tempo da desordem,
quando a fome reinava.
Eu vim para o convívio dos homens no tempo
da revolta
e me revoltei ao lado deles.
Assim se passou o tempo
que me foi dado viver sobre a terra.
Eu comi o meu pão no meio das batalhas,
deitei-me entre os assassinos para dormir,
Fiz amor sem muita atenção
e não tive paciência com a natureza.
Assim se passou o tempo
que me foi dado viver sobre a terra.
III
Vocês, que vão emergir das ondas
em que nós perecemos, pensem,
quando falarem das nossas fraquezas,
nos tempos sombrios
de que vocês tiveram a sorte de escapar.
Nós existíamos através da luta de classes,
mudando mais seguidamente de países que de
sapatos, desesperados!
quando só havia injustiça e não havia revolta.
Nós sabemos:
o ódio contra a baixeza
também endurece os rostos!
A cólera contra a injustiça
faz a voz ficar rouca!
Infelizmente, nós,
que queríamos preparar o caminho para a
amizade,
não pudemos ser, nós mesmos, bons amigos.
Mas vocês, quando chegar o tempo
em que o homem seja amigo do homem,
pensem em nós
com um pouco de compreensão

Bertolt Brecht








sábado, 2 de outubro de 2010

Lua que te quero...



Lua que te quero prata,
Nas minhas caminhadas noturnas.
Lua que te quero rubra,
Nas noites em que sou amante.
Lua que te quero cheia,
Por meu amor a ti declarado.
Lua que te quero nova,
Quando a minha idade me cansa.
Lua que não quero minguante,
Pois à míngua, basta meu coração.
Lua que te quero crescente,
Assim como a vontade de tê-la.
Lua que te quero faceira,
Sem me esconder nenhuma de tuas faces.
Lua que tenho por companheira,
Tanto de dia quanto de noite, na solidão.

Felix (2009)






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