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quinta-feira, 25 de novembro de 2010

SER POETA E SER ASSIM...


Poeta é um ser assim meio sem jeito,
é uma dor forte e constante
que invade e domina o peito.
Poeta é um astro sem rumo na vida,
que chora palavras irrelevantes
na dura caminhada da partida.
Poeta é um covarde solitário,
que vive somente instantes
que existem no imaginário.
Poeta é um conto mentiroso,
de uma história qualquer,
vive em um mundo assombroso
e nele faz o que quer.
Poeta é a vela de um mastro partido,
que a tempestade sem pena partiu,
é um homem comum e sofrido
que só tem lembranças de quando sorriu.
Poeta é um grande vazio,
recheado de devaneios sórdidos
onde o temporal veio habitar.
Poeta é uma noite de frio,
onde se ouve os gemidos
e que somente a alma consegue gritar.
Poeta é sentir o mesmo calafrio,
ao expelir os fluídos
de um desejo a espalhar.
Ser Poeta é ser assim,
ser Poeta é ser loucura,
ser Poeta é ser um mistério sem fim.

(Adilson Costa)
http://www.adilsoncosta.com/canais/poesias/

Beijos carinhosos,
recheados com afeto!!!


domingo, 21 de novembro de 2010

AMADURECIMENTO


                                        Mais uma vez transpõe mitos
                                        Experiente nos feitos
                                        Nua de preconceitos
                                        Observadora dos sentidos
                                        Palpita sensualidade
                                        Abraça a vida sem grilos
                                        Usa e abusa da liberdade
                                        Sela, assim, mais uma fase
                                        A mulher na maturidade

                                                             Leila Marinho Lage
                                                             fonte:http://clubedameno.recantodasletras.com.



Um lindo domingo e uma
semana maravilhoss!!!



terça-feira, 16 de novembro de 2010

PRESENTE DE ANIVERSÁRIO!!!



Um presente ao Efraim

Não faço rimas nem verso
Mas vou tentar escrever
Seu pedido é uma ordem
Tudo pode acontecer...

Vou misturar as palavras
Do jeito que você faz
Presente de aniversário
Só pra você meu rapaz!

Seu sorriso é muito lindo
Olhar profundo e maroto
Está fazendo 22 anos
Já não é nenhum garoto

Provou muitos dissabores
E tem sempre uma lembrança
Carrega o desassossego
Mas convive com a esperança

Agora preste atenção!
Saiba lidar com a dor
Não se engana um coração
Quando o assunto é amor

Saber perder é uma arte
Ninguém vence toda hora
Não pense em valorizar
Só aquilo que é de fora

Não conquiste uma mulher
Somente pra preencher
O vazio que te deixou
A outra que você quer

Não crie expectativas
E nem exija demais...
Tudo tem seu tempo certo
Faça apenas o que for capaz

Vá com calma meu amigo
Você é um rapaz esperto
Não queira viver depressa
Espere o momento certo

Uma fruta não se colhe
Antes de amadurecer
Além de não ter sabor
Você não pode comer...

Sossegue e medite um pouco
Todos precisam de paz
Tenha tempo pra aprender
A falta que o tempo faz

Aproveite bem esta fase
Acumule experiência
Que a vida está de dando,
Mas é preciso PACIÊNCIA!!!


(Marineide Dan Ribeiro)

MINHA HOMENAGEM ANTECIPADA
PELO ANIVERSÁRIO DIA 18 DO
MEU AMIGO EFRAIM DELANO FRANÇA.

PARABÉNS AMIGO!!!!



segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Desculpem a ausência!!!



Quero me desculpar pela ausência, mas estou
"no olho do furacão", com os preparativos 
para minha formatura...
Muito em breve estarei aqui mais presente
do que nunca....

Lindo esse poema de Brecht:
Pra todos vocês!!!

Bom é o esquecimento!
Senão como se afastaria o filho
Da mãe que o amamentou?
Que lhe deu a força dos membros
E o impede de experimentá-la.

Ou como deixaria o aluno
O professor que lhe deu o saber?
Quando o saber está dado
O aluno tem que se pôr a caminho.

Para a velha casa
Mudam-se os novos moradores.
Se os que a construíram ainda lá vivessem
A casa seria pequena demais.

O forno esquenta. Já não se sabe
Quem foi o oleiro. O plantador
Não reconhece o pão.

Como se levantaria pela manhã o homem
Sem o deslembrar da noite que desfaz o rastro?
Como se ergueria pela sétima vez
Aquele derrubado seis vezes
Para lavar o chão pedroso, voar
O céu perigoso?
A fraquesa da memória
Dá força ao homem. 

 Bertolt Brecht
(1898-1956) 





terça-feira, 2 de novembro de 2010

AOS QUE SE FORAM... Ógui Lourenço Mauri


Não sei a qual deles mais me liguei
Nem de qual deles tenho mais saudade;
Sei apenas que jamais os verei...
Não mais terei essa felicidade!

Vi tudo tão natural quando a morte
Levou os dois de vez de minha vida,
Só hoje sinto a dor dessa má sorte,
Não os tendo aqui a me dar guarida.

Penso que partiram tristes comigo,
Pois, deles, pouco segui seus cuidados;
Arrependido, quero, sim, o abrigo
Dos sábios ensinamentos deixados.

Eu já não consigo estancar meu pranto,
Que, inesgotável, aumentando vai...
Deus meu, como, sozinho, sinto tanto
A falta de minha mãe e meu pai...

21/09/2002


Ógui Lourenço Mauri






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